segunda-feira, setembro 26, 2005

O MacGyver Sorridente

Há casos paradigmáticos e (porque não?), emblemáticos das cadernetas e Cadernos da Bola.Dois deles preenchem o imaginário dos aficionados bolísticos, Nito e Mílton Mendes.

Sucede que tanto um como outro insistiam em fazer exactamente a mesma expressão ano após ano, época após época, aquando dos seus 2 minutos de fama a posar para a fotografia.

O grande Nito já tem um post neste sentido (curiosamente um dos primeiros do blog), sendo que MacMílton só agora entra pela porta grande na blogosfera. O seu sorriso MacGyveriesco monopolizava todas as atenções das páginas reservadas ao clube que tinha a sorte de contar com os seus serviços.

Há que ressalvar, porém, que MacMílton sorria porque tinha confiança em si mesmo. Conseguia transformar um lançamento lateral junto à sua grande área num lance de perigo para o adversário. Com apenas um pontapé de baliza ganhava penalties. Forçava expulsões com um mexer do seu musculado dedo mindinho.

MacMílton era capaz de sair do deserto com um porta-chaves e uma laranja, dizem os mais afoitos.

Assim sendo, só teria razões para sorrir.

Sorri, Mílton, sorri!

quarta-feira, setembro 21, 2005

Sonhei com o Gol


Adesvaldo José era um sonhador. Hoje em dia, pavoneando a tanguinha da moda enquanto beberrica uma Spur Cola com lima-limão numa praia inóspita do Rio Grande do Sul, o ex-fiasco ainda sonha com a altura em que sonhava.

Retrospectiva: Em 1989, Adesvaldo José, fuzileiro dos verdes tapetes do Grémio de Porto Alegre, alma-mater de mitos da bola como Jardi-Gol ou Paulo Nuni-Não-Tão-Gol, botou suas meias brancas de raquete e afins numa mala rumo a Lisboa. Iria alinhar com os bigodes de Bento e Veloso na Turminha da Fnac (não a dos DVDs e livros, mas a dos aquecedores).

Chegado ao balneário, Adesvaldo José tentou integrar-se no ambiente de paródia e avançou para a mesa forrada a garrafas de Super Bock, gordura, couratos e caracóis. Sentados à volta desta estavam Bento, Veloso, Vata, Elzo e Paulo Madeira, que alarvemente faziam um concurso de arrotos com cheiro a chamuça. Adesvaldo José avançou e disse:

-"Gente, eu sonhei com gol."

Antes que Paulo Madeira pudesse dizer "Eu sonho com o Chalana nú.", Veloso questionou o brasileiro sobre a pertinência de sua invervenção enquanto tirava os restos de bifana da braçadeira de capitão com a unhaca.

Adesvaldo José retorquiu:

-"Cara, eu sonho com a marcação de gols, e despois esses gols se materializam mermo, para a alegria da galera."

Antes que Paulo Madeira pudesse de novo dizer "Eu sonho com o Chalana nú.", Vata exprimiu a satisfação do grupo relativamente ao novo Zandinga com um arroto de vinte segundos.

Sucede que o nosso sonhador cabeça de manjerico não conseguia dormir descansado em Lisboa, visto que os dirigentes da Turminha da Fnac o puseram num quarto junto com Paneira, que sofria de incontinência de gases.

Se não dormia, não sonhava, e se não sonhava, não marcava.

Assim acabou uma história que poderia ter sido de sonho, mas acabou esfumada em gases.

P.S.: Um bem haja ao compincha Rodrigo Costa pela bela foto que nos disponibilizou.

terça-feira, setembro 20, 2005

Totais de Bigodes de Treinadores Nacionais 92-2004





















Caros amigos.. Falámos falámos falámos.. e provámos! Cá está o gráfico que mostra que o Bigode já não é o que era..
No anos 90, a média era 10 bigodes em cada Divisão. Hoje em dia são 4 os bigodes que permanecem como comandantes de balneários.
O bigode impunha respeito..
Já imaginaram o Mourinho com Bigode? Seria muito mais imponente e não tão rebelde..
O bigode é uma instituição dos treinadores aqui em Portugal. Se vos perguntarem qual o melhor treinador Portugues que treinou nos anos 90.. de quem se lembram?
Artur Jorge, Carlos Queirós, António Oliveira.. Qualquer que seja a resposta vão sempre dar ao mesmo! Usavam todos bigode..
Moustache, the real portuguese brand!
sasasasdsadasdas

Percentagem de Bigodes nos Treinadores Nacionais 92-2004

sábado, setembro 17, 2005

Cinco Tristes Tigres


Em meados da década de 90, Carlos Augusto
Soares Costa Faria, vulgo Carvalhal no mundo
da Bola (quiçá por despachar sempre a bola para o...carvalho), era o comandante das tropas da
Costa Verde na fuga à mediocridade. Objectivo
indigno, dizem uns, obra ciclópica, vociferam outros.

Para evitar rondas de escárnio e mal-dizer,
Comandante Carvalhal tinha verdadeiros
Tigres ao seu dispôr, quiçá verdadeiros arífices
da bola.

A estrela da companhia era o (quase) goleador Laszlo "Je Suis Très Content" Répasi. Este magiar senhor era um artesão dos golos, os quais fabricava de forma pura e dura,
sem ser em massa, mas com muito suor à mistura.
De meter inveja a um qualquer Karoglan.

Karoglan era um nome proibido nos balneários espinhenses, pois Répasi desprezava frequentemente o companheiro de área Bolinhas por este não ser mais parecido com o Flavi-Bracarense. Por isso e pelo nome perfeitamente imbecil, claro. Às provocações, Bolinhas quase que respondia com golos. E a gozar com o bigodinho ridículo do magiar senhor.

O braço direito de Carvalhal na defesa era Duca, primo de Manduca e
amigo de Cuca. Duca era um defesa viril para uns, caceteiro para outros, mas isso dependia do ponto de vista e da exposição televisiva às Aventuras de Paulinho Santos. Duca era fiável no centro da defensiva espinhense, mas queixava-se amiúde do hálito a bagaço do guardião Vítor Couto.

Perante tal incompreensão mútua no plantel, Carvalhal mais não poderia fazer
que se sentar triste na sua varanda e contemplar fotografias dos tempos com Filgueira e Gilmar em Chaves, terra de Baston.

terça-feira, setembro 13, 2005

Descubra as Diferenças IX



Agora sim percebemos porque é que Moreira sempre gostou mais de deixar entrar bolas do que as defender...

Com esta revelação sabemos que estamos a potenciar o maior assédio às redes defendidas por este(a) valor seguro do futebol português, podendo já revelar que jogadores como Calado ou Pringle e o treinador Bobby Rabsen (perdão Robson) se encontram dispostos a pagar para ingressar no SLB, de modo a poderem treinar uns remates à baliza...

domingo, setembro 11, 2005

O Regresso

Regressamos de férias com a certeza que apesar da falta de bigodes, há material suficiente na nossa bola para encher duas cadernetas. E o espólio aumenta, como se pode ver aqui à esquerda.

quarta-feira, agosto 10, 2005

Arrume Aqui o Seu Carrinho.


















A Arte de arrumar carros, muito em voga no pós-modernismo urbano Português, tem vários artistas de renome.

Poucos Portuenses há, que não conheçam o célebre Fominhas, sito nos semáforos do cruzamento da Marechal com a Boavista.

Poucos de vós, certamente, não estarão familiarizados com o nome Dinis, que passeou a sua barba descuidada, porém deveras sedosa, por cidades como Aveiro, Coimbra, Barcelos, Maia, Feira ou Gondomar.

Dinis foi o pioneiro da Art-Dinní, tal como Anderson Luiz de Sousa o foi da Art-Deco ou Matias da Art-Moustache. A Art-Dinní não tinha por base um amontoado de rococós ou contemplação de magia e ilusionismo como a Art-Deco. Simplesmente tinha por lema "venha,chefe.uma moedinha, por favor". Rezam as crónicas dos mais afoitos que Dinis por uma vez conseguiu arrumar cinco Fiat 600 em apenas um lugar de estacionamento.

Os seus seguidores estão aqui escarrapachados. Todos eles confiantes, de olhar com um "je ne sais quoi" de arrogância típica de quem sabe que de facto é bom no seu métier. Todos eles veteranos, verdadeiros habitués da Art-Dinní, que interpretam de forma irrepreensível.

Spassov deixou escola, Tó-zé é promessa adiada, Miguel é um intérprete sénior, de grande sagacidade e arte de regra a esquadro, tal como Vicente, profissional das calçadas Flavienses.
Caldas e Couto sem dúvida artífices da condução defensiva, que se alarga ao estacionamento. Alberto e Vicente "Amarelo" são os "underdogs" da trupe, passam despercebidos pelas ruas, mas no fundo, os conhecedores sabem que está ali o inseparável par indefectível da Art-Dinní.

P.S.: Um bem haja ao compincha Rodrigo Costa por algumas das fotos aqui coladas.

terça-feira, agosto 09, 2005

Bababaiabila


Defesa do Nacional em meados dos 90.

Gostaria de ter ouvido um relato na rádio com a proverbial troca de bola sem progressão entre os defesas, típica de uma squadra de Fernando Santos ou Octávio.

A regressão do Bigode

Estatística:

  • 95-96 --> I.Liga: 12 treinadores com Bigode
  • 95-96 --> II.Liga: 11 treinadores com Bigode
  • 98-99 -->I.Liga: 6 treinadores com Bigode
  • 98-99 -->II.Liga: 5 treinadores com Bigode

segunda-feira, agosto 08, 2005

NOVA POLL

Desta feita vamos eleger o 2º Central do nosso ONZE.

Porém, desta vez o referido central tem que ser um orgulhoso portador do belo bigode.

Das várias escolhas, a grande maioria está já representada no blog. Portanto se tiverem dúvidas não hesitem em consultar o referido amigo blog.

bem hajam.

terça-feira, agosto 02, 2005

E Tudo o Brito Levou
















E tudo levou a Trupe de Carlos Brito, digníssimo portador de moustache à lá Clark Gable, commander and chief destas Scarlett O'Haras que pintavam retratos de uma fiel robustez em Vila do Conde.

Falica e Farrajota, como os próprios nomes efeminados indicam, eram as Scarletts designadas para a apanha do algodão. Contudo, Falica era mais especialista em dar do que apanhar, com aliás atestam os seus 12 amarelos ao serviço do clube de Zé D'Angola, o Ac.Viseu, nos idos de 1991.
Farrajota, "Farras" para os poucos amigos que tinha, era tão bom a apanhar o algodão, que acabou a sua carreira a apanhar garrafas de cerveja nas obras do estádio do Schifflange 95, clube luxemburguês onde acabou a carreira.

A Trupe do Clark Brito tinha também um Campeão da Europa, vejam só. Quim era o seu nome e Vila do Conde a sua terra. Espalhara brasas de azul e branco vestido, comandando o campo de Artur Jorge da bancada.

Na Rifa saiu-lhe também o experiente Rifa. Rifa rifou muitas das seis oportunidades que teve ao serviço do Rio Ave por se tratar dum defensor rafeiro.

José da Rocha Monteiro Silva é dos avançados mais prolíficos na história dos matraquilhos. Em campo relvado, este pé de gelo ficou-se pelos 168 jogos e 8 golos. Um excelente total para um guarda-redes sul-americano. Zé da Rocha foi um mito vivo no Leça anos mais tarde sabe-se lá porquê. A minha aposta é o nome.

A estrela era indiscutivelmente Clint Sherwin Marcell. Um nome facilmente conotado com as lides da guerra civil norte-americana. Um apodo nobre, elegante e altivo. Principalmente quando sabemos que no século XXI este gladiador Trinidadense e Tobaguense (sim,eu sei que não se diz assim) comandou as tropas britânicas de Darlington,Harrogate Town e Scarborough nas muy nobres e leais batalhas das divisões inferiores de terras de Sua Majestade.
Em Portugal, todos conhecemos Sir Clint principalmente do seu disfarce como velocípede por terras durienses e condenses, como aqui demonstrado sob a guarda atenta do bigode de Clark Brito.

E tudo o Brito Levou.

El Rey Dom King


Temos central.

Em 100 votantes, o enérgico e não pendular King ficou no topo.
Contudo, El Rei foi seguido de perto pelo mítico Paixão, âncora do Farense, alicerçado no seu monumento capilar inspirado na tourneé '88 dos Bon Jovi.
Num muy honroso e distinto terceiro posto, o animalesco ex-capitão de Belenenses e Benfica, que fez da imprevisibilidade e comédia uma arma: Paulo Madeira.

El Rey Dom King, que manejava a catapulta como ninguém, foi o primeiro cavaleiro da ordem da águia (e arredores) que ousou marcar um livre frontal á baliza de forma a que este saísse pela linha lateral. Este muy nobre fidalgo afecto á arte sarrafal soía aplicar os seus dotes físicos de forma a que ninguna alma no departamentus medicus ficasse de mãos a abanar.


"Rins de pedra não partem nunca, com este manejar de bola transformo um palácio numa espelunca." - El Rey Dom King





Clickar nas imagens para vê-las grandes como o ordenado de Nuno Gomes


sábado, julho 30, 2005

Descubra as Diferenças VIII



Marcelo Sofia, esse brasileiro com problemas de identidade..
À esquerda vestia a pele de Lionel. À direita temos o verdadeiro Marcelo Sofia, goleador do Académico de Viseu entre 94 e 96..
Marcelo sabia fazer das suas. Desde cedo que cantava nos States.. mas sempre que podia dava uma fugida a Portugal e vestia as cores do Académico de Viseu, para golear as redes adversárias.. Dizem que por cada golo cantava um refrão conhecido.. o que fazia os Rede entrar em pânico. "Hello, is it me you're looking for? " - Estava o medo e o terror espalhado nas áreas e balizas de equipas como o Setúbal, Uniao da Madeira, Campomaiorense.. todas sofreram na pele este duro e duplo golpe: da voz e do pé de Marcelo.
Marcelo nunca lançou um disco com a sua verdadeira identidade.. pois consta-se que agora, após regressar à sua terra natal, joga futebol e é goleador novamente! Pelo que a sua identidade de Lionel fica só para os States..
Volta Marcelo, estás perdoado..

segunda-feira, julho 25, 2005

Subir na Carreira


Infelizmente para o jovem Ricardo, para subir na carreira um jogador normalmente precisa de algo mais que uma expressão de sofrimento digna de "Os Marretas" e um boné torto.

Quiçá um bom bigode. Mas a supracitada expressão e respectivo também boné não ficam nada mal. Mas prefiro o bigode.

segunda-feira, julho 18, 2005

"Síndroma de Bi-Nome de Adjunto"


Aqui exposto - doente crónico que padece do "Síndroma de Bi-Nome de Adjunto", que apoquentou nomes como:
  • Mota (agora José Mota)
  • André (agora António André)
e o sentido inverso:
  • Aloísio (agora Aloísio Alves)
  • Álvaro(agora Álvaro Magalhães)
  • Alfredo (agora Alfredo Castro)
  • Domingos (agora Domingos Paciência)
E assim Brito ganhou o seu Baltemar. E perdeu o bigode, juntando-se a Artur Jorge, Vítor Manuel,Carlos Queiróz...MAS PORQUÊÊÊÊÊ?!?!?!?....

As Quatro Rabecas


Todos estamos lembrados que há muitos muitos anos, numa galáxia far far away, cinco Mestres na arte de acariciar o esférico cirandaram pelos relvados de Stromp com o intuito de levar o seu Sporting Clube de Portugal à efémera glória. Glória essa que foi fulminada anos mais tarde por Missé-Missé e outros artistas.

Mas deixemo-nos de devaneios. Esses cinco artesãos do bem jogar nunca foram substituidos no coração dos doentes da bola, cansados que estavam de sofrer coronárias nesses anos oitenta com as carapinhas de João Pinto e Rui Barros e o bigode de Veloso.

Até aos anos noventa. Contra todas as expectativas, porém, foi na agremiação sportiva mais representativa de Barcelos que o mito ressurgiu, ao invés do Estrela da Amadora com Abel Xavier e Calado.

As quatro rabecas de Barcelos vieram substituir os cinco violinos de Lisboa de forma tão eficiente quanto Miguel Castro (vulgo Mielcarski) substituia Jardel ou Domingos no final das contendas mais acesas.

A fúria incontida de Nogueira, os lábios pretos de Mangonga, os olhos cerrados de Camberra e a ironia cilíndrica de Armando fizeram história na bola Lusitana.

Camberra era para muitos o líder das tropas, uma espécie de Yoda, que ensinava de olhos fechados aos seus pupilos a arte de entrar em sintonia com o Lado Bom da Força.
O seu pupilo predilecto era o jovem e pujante Mangonga que, elegante como um negro corcel, serpenteava o seu caminho por entre as defesas mais emperdernidas com a subtileza dum Azar Karadas numa grande área desprotegida.
Cavalgando ao seu lado estava o nobre e leal Nogueira, imponente como uma nogueira e imperial como uma cerveja em Lisboa.
De resto, todos eles sempre apoiados pelo vértice rebelde deste Triângulo de Isósteles, que era nem mais nem menos do que o sempre bem disposto Armando, uma espécie de Frei Tuck (o verdadeiro também lá estava) bronzeado, dando apoio ao seu Robin Hood Barcelense Camberra, que com as três flechas na mão, as enviava volta e meia ao seu alvo de preferência:

As indefesas redes adversárias. Assim se tocava boa música. Salvé Paco Bandeira.

quinta-feira, julho 14, 2005

O dedo da fama

A mão mais famosa da Bola Lusa terá sido certamente a de Vata, sem descurar portentos das redes como Kralj, Botende, Wozniak, Baston, Bossio, Ricardo, Marco Tábuas, Hilário ou Rui Rêgo.

E os dedos? Pois. Simples, digo eu. Cláudio Mejolaro.

OK, o nome pode não ser muito falado , pois o jogador em causa não fez mais de cinco ou seis jogos incompletos na esfera bolística lusitana.

Porém, se houve coisa que nos ficou na memória, para além do seu apelido a roçar o imbecil, foi indubitavelmente a sua pose para a objectiva. Em dois ou três dias apenas, aquando da sua contratação para o onze draconiano de Del Neri, Fernandez, Couceiro, Aloísio, André (etc), Mejolaro Jr exibiu orgulhosa e pomposamente o seu polegar mais vezes do que alguma vez poderíamos imaginar que fosse possível.

O que aqui temos é uma mísera demonstração do famoso polegar. Exibiu-o no mínimo o dobro das vezes.

Porém, quando o bombardeiro da bochecha rubí emigrou à caça de petrodólares foi possível observar outra mudança que não a do equipamento do Fêquêpê para um similar ao da Abelha Maia.

Adeus polegares, olá sinal da paz.
Possívelmente por se encontrar num país árabe, foco da atenção mundial devido à corrente situação política, o senhor Mejolaro decidiu abandonar o que o caracterizou em Portugal para abordar uma nova carreira com dois dedos e uma pomba branca. Ou só dois dedos. Mas fica a intenção.


quarta-feira, julho 13, 2005

Verão Em Festa



VERÃO EM FESTA... Com a chegada do verão nada melhor que uma
lufada de ar fresco destes belos craques, que sem dúvida nos proporcionam
momentos memoráveis no que respeita a 'abanar o capacete'.
De uma coisa não há dúvida... todos querem saber quem é o cabeleireiro
do portento tecnicista Sérgio 'o Sagaz' Cruz...

sexta-feira, julho 08, 2005

Carlos Ilídio Moreno Gomes

Carlos Ilídio Moreno Gomes.Uma vida devota ao SC Covilhã.

Aproxima-se uma década de Leão Serrano ao peito.
Sim, eu sei, não há leões na serra.Mas é o símbolo.
Não, não tiveram criatividade para fazerem o seu próprio símbolo e decalcaram o do Sporting CP. Sim, podiam ser os Cães da Serra. Ou Lobos da Serra.
Sei lá. Mas o pessoal gostava do Sporting. Adiante.

O Carlos Ilídio não teve culpa disto. Ele, enquanto distribuía porrada
alegremente e indiscriminadamente enquanto petiz em Cabo Verde, dizia
convictamente:

-"Sou do SC Covilhã desde pequeno."

A resposta comum era:

-"Mas Ilídio,tu ainda és pequeno."

Seguia-se normalmente um seco mas decisivo sopapo na goela.

Depois do petiz Ilídio se tornar já no imponente Piguita, a intransponível rocha do orgulhoso pelado do Sporting da Praia (sim, outra vez Sporting), embarcou num contentor em direcção a Famalicão, terra de Tanta e Ben-Hur.

Aveiro e Portimão não foram mais senão paragens nessa grande travessia na camioneta Resende que o deixou na cidade da Beira Interior.

O sonho do petiz Ilídio foi concretizado, e hoje enquanto destacado líder das hostes serranas há uma década, não é mais senão um central caceteiro e uma extensão do longo braço de Fanã, o mister. Com Fanã ao leme, Piguita seria um excelente homem para limpar o convés do barco do Interior.

Fanã e Piguita.Piguita e Fanã.
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